28/09, SALA 4A-07, 13:00
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Convite
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A Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, FAPESP, como parte de sua política
de internacionalização para aumentar o intercâmbio entre pesquisadores
paulistas e de outros países, convida para a conferência
A Língua Portuguesa no Mundo Globalizado – o ensino de português no Japão20 de setembro de 2012
que será proferida pelo Professor
Akira Kono, da Escola de Letras e Cultura da Universidade de Osaka,
representante no Brasil da Japan Society for the Promotion of Science, JSPS,
no período entre 1995 e 1997.
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Akira Kono é professor de Língua
Portuguesa e Linguística e autor de diversos livros e artigos sobre a língua
portuguesa e seu ensino no mundo e sobre aspectos da cultura brasileira, como a
literatura de cordel. Em sua palestra falará, em especial aos pesquisadores das
áreas de linguística e letras, sobre a língua portuguesa no mundo,
a absorção de termos japoneses no português falado no Brasil e as relações culturais entre Brasil e Japão.
a absorção de termos japoneses no português falado no Brasil e as relações culturais entre Brasil e Japão.
FAPESP
Rua Pio XI, 1500 – Alto da Lapa
São Paulo – SP
Evento gratuito
Informações atualizadas em: http://www.fapesp.br/eventos/akirakono
Confirmação de presença:
Sugestões de estacionamento:
Pio Park – Rua Pio XI, 1320
Tonimar – Rua Jorge Americano, 89
As autoridades líbias anunciaram nesta quinta-feira a criação de uma comissão para investigar o ataque ao consulado dos Estados Unidos em Benghazi, que matou quatro americanos, incluindo o embaixador do país, e no qual a Al-Qaeda estaria envolvida.
O ataque, terça-feira à noite, dia do 11º aniversário dos atentados de 11 de setembro, provocou uma onda de condenações internacionais, especialmente nos Estados Unidos, onde o presidente Barack Obama pediu a colaboração de Trípoli para deter e levar à justiça os autores do ataque.
Quase um ano depois da queda do regime de Muamar Kadhafi, o ataque evidencia mais uma vez a incapacidade das autoridades líbias de garantir a segurança no país, onde as milícias armadas impõem a lei. O porta-voz da Alta Comissão de Segurança do ministério do Interior, Abdelmonem al-Horr, informou à AFP que uma "comissão independente" foi criada para investigar o ataque.
A comissão será presidida por um juiz e reunirá a especialistas dos ministérios da Justiça e Interior. Questionado sobre eventuais detenções no caso, Al-Horr respondeu de maneira positiva, mas sem revelar detalhes. O porta-voz destacou que a investigação é "muito complicada", pois a multidão presente no perímetro do consultado "não era homogênea".
"Havia extremistas, simples cidadãos, mulheres, crianças, criminosos", disse. Inicialmente atribuído a manifestantes irritados com o polêmico filme divulgado na internet "Inocência dos Muçulmanos", considerado ofensivo ao islã, o ataque seria na verdade o resultado de uma operação coordenada, segundo uma fonte americana.
De acordo com a fonte da inteligência, extremistas utilizaram manifestantes que protestavam contra o filme como "pretexto" para atacar o consulado com armas de pequeno calibre, mas também com lança-foguetes. Nesta quinta-feira, o polêmico vídeo provocou confrontos diante da embaixada dos Estados Unidos no Cairo. No Iêmen, manifestantes atacaram a embaixada em Sanaa, antes de serem expulsos pela polícia. Uma pessoa morreu.
O presidente Obama ligou para as autoridades líbias e egípcias para coordenar uma cooperação após o ataque, que ele chamou de "ultrajante". O presidente do Congresso Nacional Geral líbio, Mohamed al-Megaryef, pediu desculpas aos Estados Unidos e apontou os partidários do regime derruado de Muamar Kadhafi e a Al-Qaeda como culpados pelo ataque. A Marinha americana enviou dois destróieres às costas líbias, como "medida preventiva".
Apesar da tensão, na quarta-feira a Assembleia Nacional líbia elegeu o vice-premier Mustafah Abu Shagur como chefe de Governo de transição. Sua principal missão será organizar um exército e uma polícia profissionais para enfrentar a escalada da violência.
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