quarta-feira, 6 de maio de 2009

site com ordem de traços de kanji


Olá pessoal, caso queiram saber a ordem dos traços de algum kanji é só visitar este site:  http://kakijun.main.jp/
do lado esquerdo da página tem umas opções em cores cinza, rosa e azul. Para ordem de traços de kanji basta clicar na terceira opção (cor rosa), segunda após a opção WELCOME. Depois vocês terão opção de escolher o kanji por quantidade de traços. 
Caso saibam a leitura do kanji e seja possível escrever em letra japonesa no seu computador, podem escolher a quarta opção (cor azul), terceira após a opção WELCOME. Em seguida vai abrir uma página com  espaço para escrever o nome do kanji que pretendem procurar. 
Ainda é possível visualizar a ordem dos traços de hiragana e katakana. É só escolher a sexta opção (cor rosa).

Boa sorte e se divirtam!

ps.: este site foi encontrado por uma aluna e agora gostaria de compartilhar com vocês.
ganbatte ne!
marley lima

はじめまして。Hajimemashite.


Olá, meu nome é marley lima. Faço parte do Centro de Pesquisa em Cultura Japonesa de Goiás (CPCJ). Interessei-me pelo CPCJ assim que fiquei sabendo sobre a criação do mesmo pela Profª. Drª. Cecília Noriko Ito Saito. A idéia de, através desse Centro, poder colocar em prática todos os meus planos/objetivos/sonhos, despertou em mim uma grande emoção, pois vi nesse trabalho da Professora Cecília Noriko Saito a oportunidade chegando antes mesmo do que esperava. Foi um grande presente para mim.

Como professora de língua japonesa pela Escola Modelo de Língua Japonesa de Goiás (EMLJG) desde 2001, e associada à Associação de Estudos da Língua Japonesa de Brasília (AELJB), tenho interesse em trabalhar em projetos que venham a colaborar para o ensino/aprendizagem da língua japonesa, especialmente no Estado de Goiás.

Sou aluna do Curso de Letras da Universidade Federal de Goiás, e em fevereiro deste ano concluí e apresentei a monografia para obtenção do título de Bacharel em Letras e Lingüística, cujo título é “Por que aprender japonês?: Entre a motivação instrumental e o símbolo de etnicidade”. Até o final do presente ano pretendo concluir as disciplinas que me permitirá também obter o título de licenciatura em Língua Portuguesa.

No ano passado tive a oportunidade de publicar dois artigos, um sobre o trabalho que, então, estava desenvolvendo na pesquisa do bacharelado, e o outro sobre a estrutura da língua japonesa a partir da visão pessoal de falante do português brasileiro. Esses dois artigos foram publicados no livro sobre a imigração japonesa em Goiás, cujo título é: “Meia Volta ao Mundo: imigração japonesa em Goiás”.

Por enquanto fico por aqui. Um grande abraço a todos, especialmente aos apaixonados pela língua japonesa, como eu.

 

よろしくお願いします。Yoroshiku onegaishimasu.


ENCONTROS DO CEO

DIA 07 DE MAIO (QUINTA-FEIRA) DAS 17:00 ÀS 20:00 - SALA 500 A

terça-feira, 5 de maio de 2009

A Ásia é um lugar estranho. Clique no endereço abaixo e descubra porque.
http://www.weirdasianews.com/
REPOSSESSION HIJIKATA
NIBROLL REMIX

CRÔNICAS MADE IN







Death Note made in brazil.
Death Note é um mangá criado pelo roteirista Ohba Tsugumi e pelo desenhista Obata Takeshi. A história tem como protagonista, o adolescente Raito Yagami que esbarra em um livro sobrenatural, o Caderno da Morte, que é jogado na Terra por um Shinigami, um deus da morte, chamado Ryuk. O caderno possibilita que ao se escrever o nome de uma pessoa nele, esta pessoa venha a morrer. Através do caderno, Raito tenta criar um mundo livre do mal eliminando aqueles que ele decide que devem morrer, e ao erradicar o mal, Raito será o deus deste novo mundo. O uso do caderno acaba criando uma trama complexa em que Raito tem que enfrentar aqueles que o veem como o mal a ser controlado e que precisam descobrir sua identidade para detê-lo. A exposição pública de seus extermínios faz com que ele seja apelidado de Kira (キラ), a derivação em japonês do inglês killer. Durante o transcorrer do mangá, por 108 capítulos e treze volumes de coletânea (no Brasil foram publicados apenas 12), Raito vai se tornando um personagem cada vez mais trágico. E em seu jogo de gato e rato com os seus nêmesis detetive L e Near, no final, Raito termina exemplificando a máxima de que o poder corrompe, e o poder total, corrompe totalmente.
A combinação de temática adolescente, thriller, sobrenatural e fábula moral transformou Death Note num dos mais famosos e bem sucedidos mangás contemporâneos. No Japão, Death Note virou literatura, animês e filmes, além de ser acompanhado por toda uma série de produtos variados (bonecos, ringtones, games, etc.), ao redor do mundo, o mangá foi traduzido e alcançou sucesso também nos mais variados países.
Sucesso que não foi diferente no Brasil.
Tanto que Death Note foi aqui, pela primeira vez, adaptado para o formato teatral. Pela iniciativa da Cia. Zero Zero de Teatro, as reviravoltas de uma longa narrativa foram condensadas em 105 minutos de peça. Com pitadas de drama, suspense e humor (em que há menções a símbolos brasileiros como Sílvio Santos, Ronaldo Ésper e o Playcenter), a história no palco tem como alvo principal o público adolescente. A homogeneidade do elenco garante atuações corretas, com destaque para Miguel Atênsia como detetive L e Bruno Garcia quando faz os dois Shinigamis, especialmente o Ryuk que parece uma mistura de Gene Simmons do Kiss com o Coringa do Batman. A direção de Alice K, conhecedora do teatro japonês, imprime uma mise en scène precisa e adequada ao viés adolescente, a cenografia de Laura Di Marc e a trilha sonora de Gregory Slivar geram soluções cênicas e sonoras criativas. O Caderno da Morte é um exemplo de bom entretenimento, cheio de ação e reflexão para um público que não precisa ser fã de Death Note para se envolver com essa peça que não só trata de temas atuais como é também um teatro feito com as qualidades e os defeitos da atual cena brasileira.